terça-feira, 10 de abril de 2012

O ESTRANHO

Alguns anos depois que nasci, meu pai conheceu um estranho, recém-chegado à nossa pequena cidade.
Desde o princípio, meu pai ficou fascinado com este encantador personagem, e em seguida o convidou a viver com nossa família.

O estranho aceitou e desde então tem estado conosco.

Enquanto eu crescia, nunca perguntei sobre seu lugar em minha família; na minha mente jovem já tinha um lugar muito especial.

Meus pais eram instrutores complementares:

Minha mãe me ensinou o que era bom e o que era mau e meu pai me ensinou a obedecer.

Mas o estranho era nosso narrador.

Mantinha-nos enfeitiçados por horas com aventuras, mistérios e comédias.


Ele sempre tinha respostas para qualquer coisa que quiséssemos saber de política, história ou ciência.

Conhecia tudo do passado, do presente e até podia predizer o futuro!

Levou minha família ao primeiro jogo de futebol.

Fazia-me rir, e me fazia chorar.


O estranho nunca parava de falar, mas o meu pai não se importava.

Às vezes, minha mãe se levantava cedo e calada, enquanto o resto de nós ficava escutando o que tinha que dizer, mas só ela ia à cozinha
para ter paz e tranquilidade. (Agora me pergunto se ela teria rezado alguma vez, para que o estranho fosse embora).

Meu pai dirigia nosso lar com certas convicções morais, mas o estranho nunca se sentia obrigado a honrá-las.

As blasfêmias, os palavrões, por exemplo, não eram permitidos em nossa casa… Nem por parte nossa, nem de nossos amigos ou de qualquer
um que nos visitasse. Entretanto, nosso visitante de longo prazo, usava sem problemas sua linguagem inapropriada que às vezes queimava meus ouvidos e que fazia meu pai se retorcer e minha mãe se ruborizar.
Meu pai nunca nos deu permissão para tomar álcool. Mas o estranho nos animou a tentá-lo e a fazê-lo regularmente.
Fez com que o cigarro parecesse fresco e inofensivo, e que os charutos e os cachimbos fossem distinguidos.
Falava livremente (talvez demasiado) sobre sexo. Seus comentários eram às vezes evidentes, outras sugestivos, e geralmente vergonhosos.

Agora sei que meus conceitos sobre relações foram influenciados fortemente durante minha adolescência pelo estranho.

Repetidas vezes o criticaram, mas ele nunca fez caso aos valores de meus pais, mesmo assim, permaneceu em nosso lar.

Passaram-se mais de cinquenta anos desde que o estranho veio para nossa família. Desde então mudou muito; já não é tão fascinante como era ao principio.
Não obstante, se hoje você pudesse entrar na guarida de meus pais, ainda o encontraria sentado em seu canto, esperando que alguém quisesse escutar suas conversas ou dedicar seu tempo livre a fazer-lhe companhia...

Seu nome?

Nós o chamamos Televisor...

Nota:

Pede-se que este artigo seja lido em cada lar.

Agora tem uma esposa que se chama Computador

e um filho que se chama Celular!

terça-feira, 20 de março de 2012


ARMAS DE PREPARO PARA GUERRA DO CRISTÃO


ARMAS DE PREPARO PARA GUERRA DO CRISTÃO
 
Quer crescer na vida Espiritual, alimente-se da Palavra.
Quer expulsar demônios, jejue 24 horas.
Quer vencer o Diabo, use a Palavra de Deus.
Quer permanecer de pé, vigie.
Quer manter a comunhão, levante de madrugada.
Quer fortalecer a comunhão, vá a sua Igreja local.
Quer superar dificuldades, aprenda as lições bíblicas.
Quer curar os enfermos, visite os hospitais e ore por eles.
Quer ser verdadeiro cristão, pratique a misericórdia.
Quer viver vencendo, medite nos seus Estatutos.
Quer ser cumpridor, leia os mandamentos.
Quer prosperar, contribua com a obra de Deus.
Quer a misericórdia em sua vida, atenda ao pedido do necessitado (a).
Quer ser valente, pratique a Palavra de Deus.
Quer mover a montanha, use a Fé.
Quer falar com Deus, ore.
Quer louvar, cante um cântico novo.
Quer amar a Deus, ame o seu próximo desperançado.
Quer conquistar as bênçãos, sê generoso na Obra.
Quer ser perfeito, siga os passos das pegadas do Senhor Jesus Cristo.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Uma Vida Muito Feliz



"Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é ganho"
(Filipenses 1:21).


Em 1925, Betty Stam disse: "Senhor, eu renuncio a meus
interesses e planos, a todos os meus desejos, esperanças e
ambições, e aceito a Tua vontade para minha vida. Eu me
ofereço, integralmente, para sempre, a Ti. Todas as minhas
amizades, todas as pessoas que eu amo, estarão em segundo
lugar em meu coração. Sela-me com Teu Espírito Santo e
preencha-me com Tua presença, a qualquer preço, agora e para
todo o sempre. Para mim o viver é Cristo. Amém". Nove anos
mais tarde, no dia 8 de dezembro de 1934, Betty e seu
marido, John Stam, calmamente e corajosamente, ofereceram
suas vidas a Cristo ao serem martirizados por comunistas
chineses.


Para Betty, o viver era Cristo, e para nós? Que importância
temos dado a Ele em nossa vida diária? Temos dado a Ele o
primeiro lugar em tudo que fazemos? Temos procurado fazer a
Sua vontade?


Não enfrentamos perseguição religiosa. Temos toda a
liberdade para testificar de nossa fé. Podemos cantar,
podemos orar, podemos ler a Bíblia e até carregá-la em
nossas mãos, podemos dizer aos amigos que Jesus Cristo é o
nosso Senhor. Podemos andar como Ele andou. Podemos falar
como Ele falou. Podemos brilhar como Ele nos estimulou --
"sois a luz do mundo". Podemos proclamar que Ele vive em
nossos corações e que, por isso, somos as mais felizes
criaturas deste mundo.


Queremos, como Betty, mostrar a todos que nosso viver é
Cristo. Queremos sorrir e cantar para Cristo. Queremos pedir
a direção de Cristo para todas as nossas decisões. Queremos
que Ele saiba que "sem Ele, nada podemos fazer".


Qual é o seu viver? Quais os rumos de sua vida? Quais são
seus planos para hoje e para o futuro? Se Cristo faz parte
de tudo isso, saiba que você é e sempre será muito feliz!