Hoje em dia é muito comum que as empresas, quando há uma vaga para preencher, consultem funcionários, em quem depositam confiança, sobre alguém que tenham para indicar. Isso prova que a confiança depositada num indivíduo, por uma pessoa já conhecida, pode ser uma boa referência na hora da contratação. É um aval importante que só é possível em favor de alguém em quem se deposita confiança. E é um ponto muito positivo para a empresa, que já contrata alguém que da confiança de um funcionário seu. Por certo, você não indicaria uma pessoa em quem não confia, não é mesmo? Isso poderia comprometer sua reputação. Em face disso, vale a pena refletir sobre como tem sido o seu comportamento no meio em que se movimenta. Será que as pessoas que convivem com você lhe indicariam? Geralmente os colegas nos avaliam pela nossa forma de ser, nosso senso de justiça, nossa responsabilidade com horários e tarefas, nosso estado de humor, nossa capacidade de resolver conflitos. Pessoas irresponsáveis, desonestas, mesquinhas, fofoqueiras e falsas, dificilmente terão o aval de quem as conhece. E somente a convivência no dia-a-dia pode promover um conhecimento real entre os indivíduos que se relacionam. Pessoas espinhosas, vingativas, prepotentes, egoístas, orgulhosas, não serão recomendadas por quem as conhece. A vida social é uma "pedra de toque" para se avaliar os valores íntimos de cada criatura. É no calor da luta diária que as pessoas mostram quem são e o que sabem fazer. É assim que vamos conhecendo uns aos outros, nesse convívio estreito que a relação no trabalho oferece. Enquanto a fotografia basta para revelar a nossa aparência exterior, o trabalho que realizamos revela nossa intimidade, o nosso caráter, a nossa marca registrada. Em cada atividade executada vai impressa a nossa marca, as nossas características essenciais. Quando não há interesses mesquinhos, os indivíduos geralmente percebem nossos defeitos e nossas qualidades reais. Mas se a pessoa é irresponsável, falsa e interesseira, certamente não falará bem de outra que tenha virtudes que ela ainda não conquistou. Analisando todos esses fatores, é importante que tenhamos sempre em mente o fato de que alguém nos observa. Há sempre alguém analisando nossas atitudes. É assim que, quando alguém nos fala de um trabalho que espera por mãos que o realize, nos vem à mente a pessoa com o perfil para a tarefa. Então dizemos: "fulano ou fulana é a pessoa certa para essa atividade." E a recíproca é verdadeira. É por essa razão que sempre tem quem indique e alguém para ser indicado, seja para tarefas nobres ou não. O que vale a pena é saber se as pessoas com as quais convivemos nos dariam o seu aval, e para quê. E que nossas ações diárias possam ser, efetivamente, referencial de virtudes. Que a nossa marca registrada seja a do bem, da justiça, da nobreza de caráter, de harmonia e dinamismo.
sábado, 8 de agosto de 2009
Sua marca registrada
Hoje em dia é muito comum que as empresas, quando há uma vaga para preencher, consultem funcionários, em quem depositam confiança, sobre alguém que tenham para indicar. Isso prova que a confiança depositada num indivíduo, por uma pessoa já conhecida, pode ser uma boa referência na hora da contratação. É um aval importante que só é possível em favor de alguém em quem se deposita confiança. E é um ponto muito positivo para a empresa, que já contrata alguém que da confiança de um funcionário seu. Por certo, você não indicaria uma pessoa em quem não confia, não é mesmo? Isso poderia comprometer sua reputação. Em face disso, vale a pena refletir sobre como tem sido o seu comportamento no meio em que se movimenta. Será que as pessoas que convivem com você lhe indicariam? Geralmente os colegas nos avaliam pela nossa forma de ser, nosso senso de justiça, nossa responsabilidade com horários e tarefas, nosso estado de humor, nossa capacidade de resolver conflitos. Pessoas irresponsáveis, desonestas, mesquinhas, fofoqueiras e falsas, dificilmente terão o aval de quem as conhece. E somente a convivência no dia-a-dia pode promover um conhecimento real entre os indivíduos que se relacionam. Pessoas espinhosas, vingativas, prepotentes, egoístas, orgulhosas, não serão recomendadas por quem as conhece. A vida social é uma "pedra de toque" para se avaliar os valores íntimos de cada criatura. É no calor da luta diária que as pessoas mostram quem são e o que sabem fazer. É assim que vamos conhecendo uns aos outros, nesse convívio estreito que a relação no trabalho oferece. Enquanto a fotografia basta para revelar a nossa aparência exterior, o trabalho que realizamos revela nossa intimidade, o nosso caráter, a nossa marca registrada. Em cada atividade executada vai impressa a nossa marca, as nossas características essenciais. Quando não há interesses mesquinhos, os indivíduos geralmente percebem nossos defeitos e nossas qualidades reais. Mas se a pessoa é irresponsável, falsa e interesseira, certamente não falará bem de outra que tenha virtudes que ela ainda não conquistou. Analisando todos esses fatores, é importante que tenhamos sempre em mente o fato de que alguém nos observa. Há sempre alguém analisando nossas atitudes. É assim que, quando alguém nos fala de um trabalho que espera por mãos que o realize, nos vem à mente a pessoa com o perfil para a tarefa. Então dizemos: "fulano ou fulana é a pessoa certa para essa atividade." E a recíproca é verdadeira. É por essa razão que sempre tem quem indique e alguém para ser indicado, seja para tarefas nobres ou não. O que vale a pena é saber se as pessoas com as quais convivemos nos dariam o seu aval, e para quê. E que nossas ações diárias possam ser, efetivamente, referencial de virtudes. Que a nossa marca registrada seja a do bem, da justiça, da nobreza de caráter, de harmonia e dinamismo.
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Jardim Do Senhor
Uma criança pediu a um homem que pegasse uma flor para ela.
Colher a flor para a menina foi um trabalho bastante simples, mas, quando ela lhe pediu que a devolvesse ao lugar onde estava anteriormente, ele se sentiu impotente e confuso, como nunca havia se sentido antes. Como dizer que tal coisa era impossível de fazer?
Como explicar aos jovensque algumas coisas, quando quebradas ou mutiladas, nunca mais podem ser substituídas ou restauradas?
Quantos de nós passamos a maior parte de nossas vidas lamentando atitudes tomadas no passado? Quantos de nós desperdiçamos grandes oportunidades de uma vida feliz e saudável ao deixar-nos levar por um momento impensado rebusca de prazer e diversão?
Quantos de nós já dissemos: "Eu tenho de aproveitar enquanto sou jovem. Depois me preocuparei com as coisas sérias?Muitas vezes, em um pequeno momento de imprudência,arrancamos a flor de nossa felicidade sem perceber que ela jamais poderá ser recolocada no seu devido lugar.
Quando acolhemos, mostra-se bonita e perfumada, mas logo murcha perde o aroma e, nunca mais terá o mesmo encanto.
O jardim de nossa vida não deveria ser tocado pelas mãos das drogas, do fumo, do álcool, da prostituição, da desonestidade, e de tantos outros males que quebram e mutilam a nossa vida espiritual e o nosso relacionamento com Deus. Muitas vezes as feridas provocadas jamais são curadas ou restauradas.
Deus nos criou para ser uma bênção, para embelezar e perfumar os locais onde nos encontramos, para servir de exemplo a ser seguido, para glorificar o Seu maravilhoso nome.
Preserve a sua vida.
Ela é um jardim do Senhor.
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Três Coisas Necessárias
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Adversidades
A cenoura entrou na água firme e inflexível. Ao ser submetida à fervura, amoleceu e se tornou frágil.
O ovo era frágil. A casca fina protegia o líquido interior. Com a água fervendo, se tornou duro.
O pó de café, por sua vez, é incomparável. Colocado na água fervente, ele mudou a água.
Voltando-se para a filha, perguntou o homem experiente: Como é você, minha filha? Quando a adversidade bate à sua porta, você reage como a cenoura, o ovo ou o café?
Você é uma pessoa forte e decidida que, com a dor e as dificuldades se torna frágil, vulnerável, sem forças? Ou você é como o ovo? Delicada, maleável, casca fina, que, com facilidade se rompe. Ao receber as notícias do desemprego, de uma falência, da morte de um ser querido, do divórcio, se torna dura, inflexível?
Quanto mais sofre, mais obstinada fica, mais amarga se torna, encerrada em si mesma? Ou você é como o café, que muda a água fervente, motivo da dor, para conseguir o máximo de seu sabor, a cem graus centígrados? Quanto mais quente a água mais gostoso se torna o café, deliciando as pessoas com o seu aroma e sabor. Se você é como o pó de café, quando as coisas vão ficando piores, você se torna melhor e faz com que as coisas em torno de você também se tornem melhores.
A dor, em você, tem o condão de a tornar mais doce, gentil, com mais capacidade de entender a dor alheia. Afinal de contas, minha filha, como é que você enfrenta a adversidade?
................................... A dor pode ser comparada ao instrumental de um hábil escultor. Com destreza e precisão técnica, ele toma de uma pedra dura como o mármore, por exemplo, e pacientemente a transforma em uma obra de arte, para encanto das criaturas.
A beleza da pedra só aparecerá aos golpes duros do cinzel, na monotonia das horas intermináveis de esforço e trabalho. Assim como a pedra se submete à lapidação das formas para se tornar digna de admiração, somente os corações que permitem à dor esculpir sua intimidade, adquirem o fulgor das estrelas e o brilho sereno da lua.
domingo, 2 de agosto de 2009
Comparando
Você precisa amar a si mesmo antes de poder amar qualquer outra pessoa. Precisa acreditar nisso se quiser se aprimorar. Quando somos autocríticos demais, tendemos a nos ressentir com as pessoas que estão se saindo melhor do que nós. Ou seja, quando os outros estão se saindo bem em alguma coisa, nós nos sentimos pouco à vontade, e então criticamos.
Na verdade, essas críticas não têm nada a ver com os outros, mas com o conceito que temos de nós mesmos... Quando vemos apenas nossos defeitos, esperamos que os outros também vejam apenas os nossos defeitos. Por isso, a triste verdade é que sempre estaremos esperando ser rejeitados.
Compararmos nós mesmos com os outros é uma armadilha. Sempre haverá pessoas mais talentosas, ricas, inteligentes, espirituosas e populares do que nós. Nossos pais, professores, amigos e parceiros podem dizer: “Por que você não age como fulano?”. E a resposta deve ser só uma: “Porque eu não sou fulano!”... Em algum ponto, cada um de nós deve concluir: “Eu sou uma pessoa única. Não tenho de ser uma xerox de ninguém!”.
E mais! Podemos afirmar: “Não sou perfeito, mas estou fazendo o melhor que posso com a informação disponível. Estou tentando me tornar uma pessoa melhor e me aceito como sou no momento”...
Quando paramos de viver nos comparando com os outros, nos sentimos livres para apreciar – e elogiar – as pessoas... Amar a si mesmo não é ficar se gabando para todo mundo. É uma questão de auto-aceitação, de ter noção de suas qualidades tanto quanto de seus defeitos.
Andrew Matthews, no livro "Faça Amigos"
DEUS nosso Pai, JESUS nossa Esperança!