sexta-feira, 26 de junho de 2009

O Caminho Para O Sucesso

"Mas buscai primeiro o seu reino e a sua justiça, e todasestas coisas vos serão acrescentadas" (Mateus 6:33).Quando perguntaram a Tom Landry, famoso jogador de futebolamericano, a razão de seu grande sucesso, ele respondeu auma multidão de mais de dois mil alunos da Universidade deBaylor: "Em 1958, eu fiz algo que todo mundo que tem sidobem sucedido deve fazer, eu determinei as prioridades paraminha vida - Deus, família e então o futebol." (Matutino deDallas, 2 de março de 1978)Quais têm sido as nossas prioridades? Ganhar dinheiro?Conquistar fama? Possuir uma grande casa e um carro novo? Ese nada disso nos trouxer realização? E se não encontrarmosa felicidade em tais conquistas? De que adiantariam umaconta bancária elevada e aplausos por todos os lados se ovazio persistir em nossos corações?Uma vida sem Deus é uma vida sem atrativos, sem alegria, sempropósitos. Qualquer conquista sem o regozijo que só Deuspode dar se torna efêmera e inútil. Todas as vitóriasalcançadas com a ajuda do Senhor são marcantes, duradouras,inesquecíveis. Elas não produzem vaidade e egoísmo, mas umdesejo ardente de gritar para o mundo inteiro: "O meu Deusme abençoou... Ele me deu a vitória... Louvado seja o nomedo Senhor!"É preciso que o Senhor nosso Deus esteja em primeiro lugarem todas as nossas decisões. Não podemos dar um passo sequersem consultá-lo, sem pedir Sua orientação, sem esperar porSua unção e bênção. Quando começamos uma caminhada em buscade nossos sonhos, o melhor lugar de partida é o centro davontade de Deus.A nossa casa também não pode ser esquecida. O afã de atingiros objetivos muitas vezes nos leva a ignorar aqueles que nossão mais preciosos -- os nossos familiares. Eles precisam denós e nós precisamos deles. E não há maneira melhor decomemorar as bênçãos do Senhor do que abraçados aos nossosqueridos.Nunca se esqueça: se estiver bem com Deus e em perfeitaharmonia com sua família, as vitórias almejadas serão muitomais fáceis de se obter.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Você tem Sorte ?

Considere ainda que se você acordou hoje mais saudável que doente, você tem mais sorte que um milhão de pessoas que não verão a próxima semana. Se nunca experimentou o perigo de uma batalha, a solidão de uma prisão, a agonia da tortura, a dor da fome, você tem mais sorte que 500 milhões de habitantes no mundo. Se você pode ir à igreja sem o medo de ser bombardeado, preso ou torturado, você tem mais sorte que 3 milhares de pessoas no mundo. Se você tem comida na geladeira, roupa no armário, um teto sobre sua cabeça, um lugar para dormir, considere-se mais rico que 75% dos habitantes deste mundo. Se tiver dinheiro no banco, na carteira ou um trocado em alguma parte, considere-se entre os 8% das pessoas com a melhor qualidade de vida no mundo. Se seus pais estão vivos e ainda juntos, considere-se uma pessoa muito rara. Se puder ler esta mensagem, você recebeu uma dupla bênção, pois alguém pensou em você e você não está entre milhões de pessoas que não sabem ler.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

CONSULTE A DEUS


Confia ao Senhor as tuas obras, e os teus desígnios serão estabelecidos. Prov. 16:3.
A confiança é vital. Todos os dias, em todos os lugares, por todos os motivos confiamos em alguém. Desde que nos levantamos pela manhã, até a hora de deitar pela noite, o exercício da confiança é quase ininterrupto. Abrimos a torneira confiando que haverá água, pegamos o ônibus confiando que o motorista nos levará ao lugar certo, tomamos o telefone confiando que haverá linha.
Às vezes nos frustramos. As pessoas falham. As coisas não funcionam. Até pessoas queridas e próximas de nós podem desapontar-nos, querendo ou sem querer. Nós mesmos nos surpreendemos com as próprias atitudes. “Eu não confio em mim”, me dizia outro dia um homem angustiado.
O texto de hoje nos leva a depositar a confiança em alguém que não falha. “Confia no Senhor”, aconselha Salomão. Às vezes, observando a sabedoria humana, me pergunto se o homem confia mais na tecnologia, na ciência e na razão do que em Deus. Quando vejo a criatura brincando de ser Deus, querendo definir o que é certo ou errado, me questiono se o conselho de Salomão já não ficou obsoleto. Mas quando ouço histórias de vidas destruídas como resultado da teimosia e espírito de independência humana, vejo que o conselho bíblico é mais atual do que nunca.
No texto de hoje, se enfatiza outro pensamento. O fato de confiar em Deus não dispensa a iniciativa nem o esforço humano. O texto fala de obras e desígnios. Essa é uma referência aos planos e ações. Nada funciona sem planejamento e ação. Mas ambos carecem de valor, se não estão depositados nas mãos de Deus. O verbo confiar, usado no texto de hoje, é gol no original, e significa desenrolar – como se você desenrolasse um projeto arquitetônico diante de alguém.
A mensagem é: abra o rolo de seus planos diante de Deus, consulte-O, peça a Sua opinião. O êxito sempre está relacionado com a ação. Pessoas que consultam a Deus quanto a seus planos sempre avançam. Elas podem, limitadas por sua humanidade, cometer erros. Mas não desistem, confiando que o mesmo Deus que as ajudou a planejar as ajudará a chegar ao fim da jornada.
O que você precisa depositar hoje nas mãos de Deus? Está seguro de que o que vai fazer ou a decisão que vai tomar já foi levada a Ele? “Confia ao Senhor as tuas obras, e os teus desígnios serão estabelecidos.”

domingo, 14 de junho de 2009

Aspectos do sofrimento

Era um dia quente de verão naquela cidade do interior do sul do Brasil. Mas apesar do calor a vida deveria seguir seu curso, normalmente. O jovem trabalhador acordou cedo, como de costume, e enfrentou a alta temperatura com bom ânimo e coragem. Trabalhou o dia todo, atendeu pessoas, suou muito, e, ao final da tarde estava exausto. Gostaria de ir para casa, tomar um banho, descansar, mas ainda teria que enfrentar uma sala de aula, sem ar condicionado. “Sou um infeliz!”, pensou consigo mesmo. Mas o que fazer? Era preciso ir para a Universidade, pois era cumpridor de seus deveres e a responsabilidade o chamava. Jogou rapidamente um pouco de água fresca no rosto, pegou a tradicional pasta com os materiais de estudo, e lá se foi... Caminhava pelas ruas e sentia mais e mais o desconforto do calor, a roupa úmida de suor, e se sentia ainda mais infeliz. “Oh vida dura! Não ter tempo nem para tomar um banho para aliviar a canseira, é demais”... Pensava. “Ainda se eu tivesse um carro para não ter que enfrentar esse calor infernal do asfalto!”... Subia uma ladeira, cabisbaixo, mergulhado nos próprios pensamentos, quando escutou, ao longe, uma melodia que alguém assoviava, com musicalidade e alegria. Olhou para trás, mas não avistou ninguém. Intrigado com o assovio que se tornava mais próximo a cada passo, percebeu que a sua frente algo se movia lentamente. Apressou o passo e foi se aproximando de um homem que se arrastava, lentamente, ladeira acima, com o auxílio das mãos. O homem não tinha pernas, e uma lona de borracha envolta no que restara de suas coxas eram seus sapatos... Como seus passos eram demasiado lentos, ele podia assoviar, admirar a paisagem, agradecer a Deus pela vida... O jovem, diante daquela cena, sentiu-se profundamente constrangido. Como pudera ter se deixado levar por tamanha ingratidão e infelicidade, por tão pouco?!... Olhando a situação daquele homem que se movia com tanta dificuldade e expressava sua alegria assoviando, ele ergueu a cabeça e seguiu com outra disposição de ânimo. Agora ele já não se achava a mais infeliz das criaturas, só porque o suor e o cansaço o incomodavam no momento...

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Paradoxo do Nosso Tempo - George Carlin

Nós bebemos demais, gastamos sem critérios. Dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e raramente estamos com Deus.
Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.
Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente.
Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.
Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.
Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.
Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos.
Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.
Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos cada vez menos.
Estamos na era do "fast-food" e da digestão lenta; do homem grande, de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.
Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados.
Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas "mágicas".
Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa.
Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar "delete".
Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão aqui para sempre.
Lembre-se dar um abraço carinhoso em seus pais, num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer.
Lembre-se de dizer "eu te amo" à sua companheira(o) e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, se ame...se ame muito.
Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro.
Por isso, valorize sua familia e as pessoas que estão ao seu lado, sempre.